quinta-feira, 31 de julho de 2014

Ranking das 1.000 melhores universidades do mundo tem 18 brasileiras

A Universidade de São Paulo (USP) é a primeira do Brasil a aparecer no ranking, na 131ª posição. Em seguida, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 329ª, e, em terceira entre as brasileiras está a Universidade de Campinas (Unicamp) em 437ª. As universidades que seguem são:
4º) Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG (496º) 
5º) Universidade Federal do Rio Grande do Sul (585º)
6º) Universidade Federal de São Paulo - Unifesp (626º)
7º) Universidade Estadual Paulista - UNESP (683º) 
8º) Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ (846º) 
9º) Universidade Federal Fluminense - UFF (852º) 
10º) Universidade de Brasilia - UnB(894º) 
11º) Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC (898º)
12º) Universidade Federal de Santa Maria - UFSM (919º)
13º) Universidade Federal de São Carlos - Ufscar (925º)
14º) Universidade Federal do Paraná - UFPR (929º)
15º) Universidade Federal de Pernambuco - UFPE (940º) 
16º) Universidade Federal do Ceará - UFC (964º)
17º) Universidade Federal da Bahia - UFBA (967º)
18º) Universidade Federal do ABC - UFABC (983º)

Para classificar as universidades, a CWUR (Center for World University Rankings)  utiliza oito critérios:

O primeiro é a qualidade da educação, medida através dos números de alunos que já ganharam prêmios e medalhas (vale 25%). 

O segundo é a taxa de empregabilidade dos alunos, medida através do número de alunos que ocupam posições de CEO em grandes empresas (vale 25%). 

O terceiro é publicação, medido pelo número de trabalhos de pesquisa que aparecem em veículos renomados (vale 5%). 

O quarto critério mede a qualidade de formação com do número de prêmios e indicações (vale 25%). 

O quinto é o fator influência, medido através do número de vezes que já apareceram em veículos famosos (vale 5%). 

O sexto mede o número de pesquisas assinadas que mais foram citadas (vale 5%)

O sétimo mede o impacto que a universidade tem em diversos índices de educação (vale 5%)
Por último, o número de patentes que a universidade tem, medido pelo número de pedidos de patentes internacionais.



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