sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Tecnologia propõe novos caminhos na educação

"De acordo com o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), o Brasil tem um déficit de cerca de 20 mil engenheiros anualmente. Hoje, o País forma cerca de 40 mil engenheiros por ano, ficando muito atrás de outros países também em desenvolvimento como Rússia, Índia e China, que formam 190 mil, 220 mil e 650 mil engenheiros por ano, respectivamente. A profissão tornou-se uma das mais procuradas e bem pagas dos BRICs. Ainda assim, os profissionais que chegam ao mercado têm enfrentado um problema: as empresas exigem cada vez mais qualificação técnica. Muitas delas investem em treinamentos e capacitação interna, como por exemplo, a Petrobras, e empreiteiras como Camargo Corrêa e Odebrecht. Isso porque as instituições de ensino superior estão direcionando seus cursos, de certa forma, à gestão da engenharia em detrimento ao conhecimento técnico. Na prática, o mercado recebe todos os anos profissionais com perfis voltados a administrar a obra, ao invés de considerar novas técnicas para tornar empreendimentos mais eficientes e baratos."


"O Brasil não pode ficar para trás no que tange à inovação. Incorporar essas ferramentas nos sistemas de ensino superior é mais que necessária. É melhorar a qualidade dos projetos de arquitetura, urbanismo e engenharia do país. É o modo de projetar e acompanhar a construção do futuro. Prova disso é a obrigatoriedade de utilização dessa tecnologia nos projetos feitos para o governo norte americano. Outros países na Europa e Ásia também já fazem essa exigência. Com certeza, levar essa discussão à público se faz necessário. É premente que a gradução caminhe paralelamente com a inovação tecnológica e oriente seus alunos a buscar formação de gestão na educação continuada. Só assim teremos profissionais atualizados. Prontos para incorporar os novos desafios de um mercado com infinitas oportunidades. Usando sempre a tecnologia à seu favor."

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