segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A atuação responsável das engenharias e arquiteturas brasileiras para a redução dos desastres naturais e acidentes tecnológicos

A apatia, a desinformação, a escassez de recursos e o excesso de confiança, não devem ser obstáculos ao estabelecimento de compromissos com a preservação da vida, a segurança pública, a conservação saudável do meio ambiente e a proteção do patrimônio

É universalmente reconhecido que todo acidente, qualquer que seja sua causa, sempre ocasiona fortes impactos e injúrias ao meio ambiente. Por isso, o conceito de Defesa Civil não deve parecer um simples meio para recorrermos às providências que devamos tomar para socorrer, proteger e assistir comunidades nas situações emergenciais e/ou de calamidade pública, decorrentes de desastres naturais ou acidentes tecnológicos. Cabe a cada um de nós, pela informação, divulgar e promover a prevenção, através de um processo esclarecedor, educativo e reflexivo, com o objetivo de contribuir voluntariamente na superação das dificuldades, para que se assegure que a comunidade seja contemplada com planos de prevenção, proteção e segurança, comprovadamente eficientes, para atendimentos às Situações Emergenciais.

É universalmente reconhecido que todo acidente, qualquer que seja sua causa, sempre ocasiona fortes impactos e injúrias ao meio ambiente. Por isso, o conceito de Defesa Civil não deve parecer um simples meio para recorrermos às providências que devamos tomar para socorrer, proteger e assistir comunidades nas situações emergenciais e/ou de calamidade pública, decorrentes de desastres naturais ou acidentes tecnológicos. Cabe a cada um de nós, pela informação, divulgar e promover a prevenção, através de um processo esclarecedor, educativo e reflexivo, com o objetivo de contribuir voluntariamente na superação das dificuldades, para que se assegure que a comunidade seja contemplada com planos de prevenção, proteção e segurança, comprovadamente eficientes, para atendimentos às Situações Emergenciais.

Considerando que os “desastres naturais” atingem a saúde, o meio ambiente, a infraestrutura, e a economia das nações afetadas, têm sido numerosas as perdas humanas e materiais sofridas em âmbito mundial, nos últimos anos, em decorrência desses eventos. Nos países em vias de desenvolvimento, dentre os quais se encontra o Brasil, os efeitos desses desastres se configuram na subtração de parte dos já escassos recursos disponíveis, os quais são desviados para atenção e recuperação dos danos. Por isso, a prevenção dos desastres passa, forçosamente, pela educação – reflexiva, esclarecedora, e formadora da consciência do cidadão – sobre a existência dos riscos e, portanto, das consequências às quais estão sujeitos.

Em razão do que ocorre quando acontece um desastre natural, existe a necessidade da prevenção de acidentes e redução dos desastres em geral. Dessa forma, a minimização de riscos se faz através da conscientização dos segmentos sociais da população sobre a importância de evitar, prevenir e preparar-se para enfrentar emergências e desastres, fazendo com que as pessoas reflitam sobre a necessidade de estarem permanentemente em alerta, preparadas, e protegidas para enfrentar as situações emergenciais, sinistros, desastres e catástrofes.

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